Trovão das Minas  

Baque de Maracatu Trovão das Minas.

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O Trovão das Minas surgiu das oficinas de maracatu, ministradas pelo
percussionista Lênis Rino,e orientadas pelo Mestre Walter, da Nação de
Maracatu Estrela Brilhante, de Recife-PE.

Os batuqueiros de Minas também aprimoraram seus conhecimentos através de
workshops ministrados por Éder ''O Rocha'' e Maurício Alves, ambos percussionistas
da banda Mestre Ambrósio e integrantes do Estrela Brilhante.

Em relação à dança, ainda que de maneira incipiente no Baque Trovão das Minas,
o grupo recebeu orientação de Mauricéia, um dançarino de vigor único da Nação
de maracatu pernambucana.

Além de reproduzir os baques típicos da tradição do maracatu, como: Marcação,
Imalê, Impulso, Arrasto, Trovão e Afoxé, o grupo também cria ritmos próprios como
o ''Cê tá doido'' e outras composições atípicas e pulsantes, confirmando assim a
peculiaridade ''das Minas''.


  


  

 
Oficinas de Maracatu
Ministrante:Lênis Rino
Dia: Terça-Feira
Horário: de 18:00h às 20:00h.
Valor Mensal: R$ 50,00
Taxa de Matrícula: R$ 10,00
Endereço: Espaço Cultural Gonguê
Rua Patrocínio, 189 Carlos Prates
Belo Horizonte-MG
Telefone: (31) 3272-1609


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Apresentação do Grupo no Deputamadre.
01 de Maio de 2004.



Fotos: Fernanda Araújo










































































































  


  

 
Apresentação do Grupo na Festa de Reinauguração do Espaço Cultural Gonguê.
Dia 27 de março de 2004.



Fotos: Fernanda Araújo








  


  

 






  


  

 








  


  

 








  


  

 








  


  

 




As festas religiosas, em honra aos Reis Magos, foram instituídas no Brasil
pelos missionários catequistas que encontraram na diversidade de cores do
nascimento de Jesus, uma confluência para os negros, índios e a fé cristã.

Para ordenar os negros trazidos como escravos para o Brasil a partir de 1538,
os colonizadores incentivaram a instituição de reis e rainhas negros protegidos
pelas irmandades de Nossa Senhora, eleita padroeira dos negros, e São Benedito.
Essas irmandades funcionavam como mecanismo de inserção dos negros na sociedade
colonial (lê-se católica), e as coroações consistiam na consagração de um líder negro
ao qual seriam confiadas funções de liderança entre os escravos e representatividade
desses junto ao senhor de engenho.

Os Maracatus que hoje observam-se, exclusivamente em Pernambuco, são remanescentes
diretos da tradição da coroação dos reis negros.


  


  

 
Apresentação do Grupo no Deputamadre.
03 de Abril de 2004.


  


  

 
Fotos: Fernanda Araújo










  


  

 








  


  

 










  


  

 








  


  

 










  


  
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